COMUNIDADES DE VIDA E ORAÇÃO - Vigiai, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor (Mateus 24,42)
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09/02/2012
DEGENERAÇÃO MORAL
 

A “besta” que é o adversário infernal têm lançado seus laços e ardis cada dia mais, nas suas centenas e mais centenas de disfarces e variações. Sempre de novo enfia-se em outro invólucro – no do grande vencedor, do libertador do povo, do redentor do mundo, do poderoso banqueiro, do general da indústria, do curandeiro sensacional, do novo salvador, do orador fascinante, do grande tirano. Ele tem mil feições e nós não podemos negar de tê-lo encontrado, de conhecer seu sinal nas inúmeras variações.

Porém, nestes tempos em que vivemos, resulta bastante oportuna a exortação de Santo Irineu: “Quando uma besta se acha escondida entre as ervas daninhas e, a partir daí, ataca e saqueia; quem isola as ervas, clareando o terreno e acusando a besta, facilita a tarefa dos que querem prendê-la...”.

Para vencê-la, basta revelar seus sistemas - Depois disto, todos a conhecem.

Desde as últimas décadas, sobretudo a partir dos anos 60, os “sinais dos tempos”, que marcaram o início da rápida degeneração moral em que se precipitaram uma grande parte da população e das instituições nacionais, tornaram-se inequívocos. A partir de então, já era possível perceber como funciona o poder oculto por detrás do movimento satânico organizado.

Nos Estados Unidos e na Inglaterra lançaram a chamada “Contracultura”, constituída por diversas facetas: o consumo de drogas, a promoção do hedonismo, a “arte psicodélica”, a proliferação da pornografia e da música “rock” - que, em suas versões “suave” ou “pesada”, converteu-se no mais eficaz instrumento para incitar à adoração do demônio. Desde o início e principalmente a partir de 1963, quando foi lançado todo esse bombardeio mental, em várias partes do mundo, incluíram o florescimento de vários tipos de rituais e versões modernas de antigas instituições satânicas, culminou com ondas de recrutamento maciço de adeptos do satanismo, com técnicas cada vez mais sofisticadas de destruição do ser humano.

Na Inglaterra e na Califórnia, foram elaborados os paradigmas culturais que poderiam substituir o otimismo e a razão, ao mesmo tempo em que se aperfeiçoavam as técnicas de guerra psicológica e controle social.

Destacamos aqui; a pedido de Nosso Senhor; partes extraídas de um memorando especial divulgado em fevereiro de 1993, pela EIR (Executive Intelligence Review) com o título: “A televisão e a promoção do satanismo”. Certamente esta leitura facilitará a compreensão do que vêm acontecendo há décadas.

“A televisão se constituiu em um poderoso instrumento em mãos de grupos oligárquicos (grupos que consideram o Homem uma besta degradada), que incorporaram em sua programação todas as modalidades do receituário da contracultura hedonista. Pode-se constatar que a televisão vem moldando as mentes de toda uma geração, tornando confuso um discernimento correto sobre o Bem e ensinando a adorar o Mal. Os valores que constituem os alvos de tal ofensiva são claramente evidentes: a família, o conceito de Pátria e a idéia de Deus. Em suma, prevalece o Mal.

Há uma verdadeira rede de perversões incrustada nas principais cadeias de televisão, e todas elas são oriundas de um projeto de engenharia psicossocial destinado a dominar as técnicas mais sofisticadas de manipulação de massas, que tiveram seus pioneiros no movimento nazista. Há uma infra-estrutura de corrupção que sustenta o poder dos meios de comunicação.

Há filmes, novelas, programas e até mesmo propagandas, etc. que são produzidos por mestres no domínio das técnicas de manipulação de massas e lavagem cerebral, eles utilizam competentemente destes meios, pois eles oferecem possibilidades quase ilimitadas para a promoção de constantes apelos aos instintos mais infantis e animalescos dos indivíduos.

Sigmund Freud, cujos estudos remontam a 1921, foi pai das modernas técnicas de manipulação e controle de massas, nas quais o estado nazista foi prolífero. Os nazistas foram os verdadeiros campeões da introdução dos meios de comunicação de massas como armas para o controle das vontades individuais. Freud baseou-se nos estudos do francês Gustav Lebon, cuja tese fundamental é a de que o individuo se imerso nas massas, desenvolve um comportamento como se retornasse a um estado mental primitivo, desatando descontroladamente seus impulsos mais infantis e hedonistas. Em meio à multidão, as pessoas perdem suas inibições e seus parâmetros morais, convertendo-se em seres altamente emocionais facilmente vulneráveis à sugestão. Freud ainda afirmou que as massas são mais facilmente controláveis se forem conduzidas por um líder. E em 1972, Trist e Emery deram a conhecer os resultados sobre os efeitos da assistência prolongada e continuada da televisão sobre a população, concluíram que a televisão desenvolveu características que a fazem despontar como um novo tipo de “líder” para as massas. Concluíram eles que a televisão evoca uma premissa básica de dependência, porque é, essencialmente, uma atividade emocional e irracional... A televisão é o líder inseparável que proporciona nutrição e proteção. Admitindo os efeitos hipnóticos da televisão, disseram ainda: “em outras palavras, a televisão pode ser parcialmente vista como um analista técnico da hipnose. Quanto mais o homem a assistir, mais será suscetível de ser sugestionado por seu líder: a televisão.” Ela provoca uma relação de dependência pessoal equivalente à de uma criança pequena por sua mãe, induzindo a pessoa a um estado de paranóia estupidificadora.

A experiência acumulada nas técnicas de lavagem cerebral levou Trist e Emery a dominar o estudo dos ambientes controlados, nos quais o individuo parece livre para decidir entre opções previamente determinadas. Na realidade, isto produz no indivíduo uma distorção da realidade associada apenas a imagens, com um efeito de disassociação, idêntico ao ambiente controlado produzido pelos programas de televisão carregados de violência, sexo, etc.

Eles estudaram também as possíveis respostas de indivíduos submetidos a esse tipo de estímulo ambiental, as quais classificam em dois tipos: estáveis e de turbulência social.  

O caso extremo de turbulência social tem característica dominante de disassociação... na qual não há saída possível da psicose, exceto a uma psicose de maior intensidade...desordem organizada, com alguém que movimenta os fios do lado de fora.

Um exemplo? As telenovelas, onde mesclando deliberadamente realidade e fantasia, na verdade produz na população uma lavagem cerebral dirigida, incapacitando-a para discernir entre um campo e outro, ou seja, levam todos a uma real e maligna psicose coletiva.

O que dizer então das que trazem rituais mágicos e malignos já tão difundidos nos meios de comunicação especialmente televisivos?

Outro exemplo mais claro de que a justaposição da fantasia sobre a realidade constitui um objetivo deliberado são os programas em que “Você decidi”, “você escolhe”, “você dá a nota”, nas pesquisas de opinião pública especialmente as realizadas ao vivo, onde os telespectadores opinam sobre o rumo que deve tomar tal episódio, tudo com valores pré-determinados e previamente induzidos. E assim, o “ibope” se converte numa espécie de totem, ou seja, de uma divindade à qual se rende culto e para a qual tudo é possível, especialmente aquilo que destrói os valores mais apreciados da pessoa humana; em outras palavras; os homens, devido à degeneração cultural, deixam para trás, como princípio orientador de suas vidas e das instituições que os governam, a busca da Verdade, deixam-se orientar seu comportamento pelo culto à opinião pública, onde seu comportamento é ditado pela “maioria” (na verdade minoria, pois são poucos os questionados em vista de uma imensa população), pouco importando quão irracional seja este comportamento.

Influenciado por Freud, Lippmann adere à teoria de que, em meio à multidão, o homem perde sua consciência social e se entrega ao governo de outros.

Cabe ressaltar que, entre as técnicas de manipulação de massas, as pesquisas de opinião desempenham um papel crucial.

Para se ter uma idéia da evolução das técnicas de manipulação de massas e de guerra psicológica, mencionamos novamente Trist, ele teve vários discípulos que atuaram na guerra civil que devastou a antiga Iugoslávia, na qual as lideranças sérvias, em particular, utilizaram a violação de milhares de mulheres bósnias como um novo tipo de intimidação e guerra psicológica contra o adversário.

Outro exemplo: puderam ser constatados na Guerra do Golfo, inúmeros estragos que a influência dos meios de comunicação especialmente à televisão causou à cidadania, na qual o comportamento da população se mostrou reduzido ao nível mais baixo, observando deliciadamente os acontecimentos como se estivessem diante de um videogame, no qual a morte de civis indefesos era secundária frente ao culto dos prodígios tecnológicos mostrados à exaustão”.

E hoje? Nada mudou... A população se reduz a níveis mais baixos ainda.






 
 
 

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