COMUNIDADES DE VIDA E ORAÇÃO - Vigiai, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor (Mateus 24,42)
Documento sem título
 




 
 
09/02/2012
A ORIGEM DA VIDA
Apesar dos avanços da ciência, a explicação para o surgimento da vida ainda não foi encontrada
 
Quem acompanha o rolar do mundo, a evolução da ciência moderna, também o que se estuda e se aprende nas Universidades de todo mundo, percebe que apenas um fator central determina toda a sua ação: livrar-se de Deus! Achar que um Deus Criador de todo o Universo e de toda a vida, é uma solução que a toda poderosa “ciência” não pode jamais engolir – por ser muito simplista para sue orgulho – e que se precisa de soluções mais “científicas”, para explicar a origem da vida, não só da vida – mas, bem antes dela – a origem de toda a matéria. Até porque entre a existência da matéria inanimada, e a vida que pulula neste planeta, vai ainda um abismo, do tamanho do próprio Universo. Quem sabe maior do que estas cabeças científicas podem suportar.
 
     Tenho um filho que estuda na universidade – faz agora pós-graduação – e que também se deixou enfeitiçar pelos maléficos professores universitários, que lhe incutiram a idéia rasteira, e pobre, do “acaso” de Darwin para a origem da vida e do Universo. Um bom menino, sem dúvida, mas já contaminado pela purulência das universidades não de Deus, sim de satanás. Todas elas sem exceção, pervertem as almas. Então lhe mandei o artigo que segue, retirado do Portal Terra, onde  o ponho em xeque-mate.
 
> Cientistas disseram ter encontrado evidências que indicam ser improvável que a vida teria começado "numa poça morna", como tinha sugerido o pai da teoria da evolução, Charles Darwin. Testes realizados em poças vulcânicas, por uma equipe da Universidade da Califórnia, sugeriram que estas não davam condições para permitir o surgimento de formas de vida. Essa descoberta será apresentada e discutida nesta terça-feira em uma conferência de dois dias sobre a origem da vida na Terra, na Royal Society, em Londres, a academia de ciências da Grã-Bretanha.
     O chefe da equipe da Universidade da Califórnia, o professor emérito de Química David Deamer disse: "Já fazem 140 anos desde que Darwin sugeriu que a vida pode ter começado em uma 'poça morna'. Estamos testanto a idéia dele, em pequenas poças em regiões vulcânicas em Kamchatka, na Rússia, e Mount Lassen, na Califórnia". "Os resultados são surpreendentes e, de certa forma, desapontadores. Parece que as águas ácidas quentes da lama não fornecem as condições adequadas para que componentes químicos se transformem em 'organismos pioneiros", disse ele.
     Deamer disse que aminoácidos e DNA, dois componentes básicos na formação da vida, e fosfato, outro ingrediente essencial, se prendem à superfície de partículas do barro nas poças vulcânicas. "Isso é significativo porque havia a pressuposição de que barro promove interessantes reações químicas ligadas à origem da vida", explicou ele. "Entretanto, nos nossos experimentos, os componentes orgânicos ficaram tão grudados às partículas de barro que não poderiam fazer parte de qualquer reação química."
      Outras teorias > Apesar dos avanços da ciência, a explicação para o surgimento da vida ainda não foi encontrada. A conferência em Londres, que vai reunir mais de 200 prominentes cientistas internacionais, também vai discutir outras teorias, como a possibilidade de a vida ter sido trazida do espaço. "Acredita-se que a vida tenha surgido numa sopa rica em componentes carbônicos, mas de onde vieram essas moléculas?", disse o Dr. Max Bernstein, do Instituto Seti, nos Estados Unidos. Ele acredita que a resposta possa estar na poeira interestelar, e vai falar sobre a possibilidade de um cometa ou asteróide ter trazido à Terra os ingredientes necessários para o surgimento de vida.
     Os cientistas também vão discutir se pode haver vida em outros planetas. A professora Monica Grady, da Open University do Reino Unido vai explorar a possibilidade de vida ter existido em Marte. Ela vai examinar a hipótese de uma biosfera ter existido no planeta, através de pesquisas feitas da química de carbonos de Marte. O professor Ian Smith, da Universidade de Cambridge, organizador da conferência, disse : "Tentar entender como a vida emergiu na Terra em algum ponto nos 1.000 milhões de anos, desde sua formação é um problema científico fascinante e um passo essencial para prever a presença de vida em outros pontos do universo". Fim!
     Foi isso! Que vimos até aqui? Teorias, suposições, teses, idéias e desapontamentos de cientistas. Mas durante 140 anos, milhares deles se penduraram no anzol de Darwin, sem se darem ao bom alvitre e testar sua mirabolante teoria. E estão todos ainda pendurados, no mesmo caniço, na mesma linha fina de uma simples teoria. Não sabem eles que o simples riscar de um fósforo próximo desta linha finíssima – o acaso – já os deveria por em pânico. Porque o fogo do Espírito Santo, encostar-se-á nela em breve. E haverá gritos e haverá ais. Eis a reposta que recebi de meu filho:
     Oi pai... Não questiono a veracidade dos resultados de mais este experimento científico. Contudo, acho interessante comentar uma questão que me vem à mente, algo que me deixa um tanto intrigado. A ciência, ao longo de séculos de história, desenvolveu uma série de teorias, as mais diversas, que postulam uma forma de explicar a realidade (supondo que esta exista da forma como o senso comum à defina).
 
     Imaginemos então, que do leque infindável de possibilidades, existam 2% (não creio que o número seja tão elevado) de teoria, que em tese, comprovem "a verdade" religiosa, agindo desta forma, conseqüentemente, contra a própria ciência. Bom, o pai praticamente desconsidera a relevância de 98% do conhecimento científico, pois esta parcela não respalda seus argumentos. Os 2% restantes, são tomados como uma verdade absoluta, não por valerem por si só, ou mesmo por terem sido comprovados ao longo de no mínimo 140 anos, mas simplesmente por que lhes são convenientes. Desta forma acredito que o pai esteja entrando em contradição: porque que a ciência só é interessante nesses momentos?
 
     Filho querido, paz! Escrevo-te com verdadeiro carinho de pai, e vou rebater tua pequena carta com argumentos bem claros e objetivos, passo a passo. Peço que a leias com toda atenção. Não considere em nada que faço para te ofender, para te agredir, mas sim como livre pensar, e é como se falasse para um cientista qualquer. Pode ser assim?
 
     Veja bem: não sou eu que estou em contradição, mas sim a própria ciência ignara, que não conhece nem 2% do Universo – por incrível que pareça ela mesma reconhece isto – mas mesmo assim se põe em poses de verdade. Na realidade, tudo o que a ciência faz, é se esbaldar em esforços, para tentar derrubar o óbvio: a certeza da criação divina, colocando o Criador Único de tudo, fora do processo que gera - primeiro a matéria que compõe a vida, depois a própria vida que a povoa.
 
     Tudo é simbiose perfeita com o Criador. Nele toda a vida se sublima, e se recicla. Nasce por Seu Poder Infinito como por encantamento, desaparece pelo Seu querer num átimo de tempo. Um sopro e se foi, parte como o vento, sem deixar vestígios. A minha, a sua vida meu filho é Dom inestimável de um Poder Real Infinito. Ininteligível para nossos cérebros diminutos, nossos parcos recursos de mente e de memória. Ela não comporta sequer a nossa história, quanto mais a História Infinita do Criador de todo o Universo.
 
     O que lhe mostrei naquele texto inicial, meu filho, é que uma mentira histórica de Darwin, como tantas outras mentiras monumentais dele - e bem própria dos judeus do quilate dele - e de seus teimosos seguidores, e dos que ainda o estudam apesar de mentiroso, vem agora a público, com todo vigor e deixa os 98% de "cientistas", que se baseavam nele, de cara no chão. Embasbacados! Que agora se reúnem às pressas, para montar quem sabe outra teoria fantasiosa! Quanto tempo, quantos dias durará ela?
 
    E te pergunto: e agora José? Onde está Darwin, para agora vir a público e retratar-se! Baixar a cabeça e receber os duros golpes do bastonete da eterna verdade em Deus! Quantos milhares ele enganou nestes 140 anos? E continua enganando? Como a você? Pense bem: para que surgisse uma vida – como ele diz: numa "poça quente" – era preciso que antes existisse uma terra, uma água e um calor que a aquecesse: quem os fez? De onde vieram? De onde veio a matéria do aberrante e utópico "big-bang" dos "cientistas"? Meu querido, a poça de Darwin secou, como os ossos dele! Que explicação vem a seguir para enganar "cientistas" por mais 140 anos? Qual a outra maracutaia elucubratória eles inventarão para tomar seu espaço. Já viste como mentem os cientistas?
 
     Sabe, é como na questão das dietas. Fazem "pesquisas", estudos que demandam décadas até, tentando cada um dizer a sua "verdade científica". Uma teoria vai derrubando a outra, de tal modo que, se formos escutar os "cientistas" e "pesquisadores", ou saltamos de dieta em dieta como pica-paus em árvores, ou não comemos mais nada e morremos de fome. Para manter a forma, é claro! De esqueleto?
 
     Ora, do nada, NADA SE CRIA – isso é SIM ciência exata e cabe na razão humana, nos 2% já entendido por ele. Porém, a perfeição invisível da obra Suprema do Criador - que cria, ELE SIM, do nada – jamais será explicada pela mente racional humana, que – pobre dela – não supera mais que 2% de sua capacidade real. Como entenderá o infinito em Deus - quem é tão diminuto como o homem - se não entende nem como se cria um bicho do pé que lhe coça os dedões? Ou um mísero piolho de sua a cabeça?
 
     Eis que o homem é pó, e em pó se tornará. Vem e vão as teorias humanas e as utopias vãs dos inimigos de Deus, e na realidade, busca-se o absurdo para expulsar a Deus Autor da Vida, do processo estupendo que a cria. Processo que está infinitamente além dos 2% do cérebro do homem - pobre homem - nada mais que um mísero verme, diante da vastidão do infinito. Do inalcançável infinito de Deus. Como é tolo, querendo derruba-lO!
 
    Pois passaram-se aí 140 míseros anos - que é isso diante da eternidade em Deus? - dos seguidores do mísero e pobre verme Darwin, do ignaro criador do "acaso", do homem da poça morna, e lhe seguem os passos novos míseros vermes, a sugar da mentira dele, nela entorpecendo mentes. Bebendo seu veneno de serpente, a mentira! A ordem é "matar" a Deus! A ordem é expulsá-lo da mente humana! Ordem impossível de ser cumprida.
 
     Porque então vem a verdade, incontestável e a derruba. Abrem-se aí milhares de bocas científicas num "háaaa", e ficam a pensar: E agora? Que faremos para explicar a origem vida? Que elucubração faremos nós para iludir, escamotear, falsear e prestidigitar a verdade? Como expulsar este Deus miserável do processo criador, para que nos tornemos nós, homens, novos deuses, pois somos capazes de gerir o Universo, mudar suas leis, estabelecer novos princípios... Ó mortais! Ó vermes! Ó imbecis!
 
     Há séculos, querido filho, os cientistas de satanás, enfeitiçados por hereges como Charles Darwin e seus seguidores, tentam achar o "elo-perdido", da cadeia evolutiva, mas não o encontraram, e nunca o encontrarão. Porque ele não existe! Tudo - até isso - faz parte das perfeições invisíveis de Deus Criador, pois é impossível conceber uma vida sem uma Vontade que a crie. Cada espécie é única porque o Criador não se repete. Não há elos perdidos! Um animal não vira outro, assim, por acaso.
 
     Em verdade. Quem está perdido é o homem. Pois a cada dia surgem novas vidas, que povoam novos ambientes, e isso bem em baixo dos narizes ufanos dos 98% destes racionalistas. Pessoas a quem a cegueira mórbida e racional, absurdamente teimosa, os impede de entender a realidade que surge visível diante dos olhos. Verdade que troa retumbante aos ouvidos surdos! Verdade que explode com vigor extremo em seus cérebros entorpecidos: não entendemos ainda, e sequer, nem o primeiro grão de pó do Universo! Como surgiu? Responda primeiro a isto, ó cientista racional. Não falo de você mas dos que te ensinaram erradamente. Dos que mentiram para ti, como Darwin!
 
     Não meu querido, o leque infindável das perfeições invisíveis do Criador, é tão estupendo que não deixa o homem sequer ver e entender os míseros 2%. E simplesmente porque o homem teima em fazer-se ele mesmo, um deus, exatamente do diminuto e microscópico tamanho de si mesmo, do tamanho de sua razão diminuta, de seu obtuso entendimento, e por isso não consegue alçar vôos para o infinito dos 98%, que ainda lhe falta entender.
 
    A verdade absoluta é Deus, somente Ele fala a verdade plena. E quem mergulha nesta Verdade plena, não se aninha jamais numa situação de conveniência como você diz. Muito pelo contrário, ele não usa, nem precisa de subterfúgios, porque tudo lhe é claro e pleno. Faça as contas de quantas vezes a ciência já errou, já se enganou, já mentiu e se contradisse? O que é absolutamente científico hoje, amanhã não passa de um perfeito e monumental disparate. Risível! Motivo de escárnio e zombaria! Como Darwin é agora!
 
     Me perguntas filho: Porque a ciência só é interessante nestes momentos? E te respondo: pelo óbvio ululante! Para derrubá-la com seus próprios e falsos argumentos! Para demoli-la em suas próprias contradições! Para esmaga-la em suas suposições absurdas! Em seus conceitos errôneos! Em suas mentiras científicas! 
 
     Porque simplesmente não existe verdade no homem, nem pelo homem! A ciência verdade só existe - a ciência da verdade só existe - porque existe antes um Deus que É a verdade absoluta, infinitamente superior à ciência e aos cientistas. Em suma: A ciência só é verdade, quando em Deus! Caminhar fora Dele é loucura! Grande cientista é só aquele que coloca Deus em frente da Vida, os outros são nanicos. Ou tolos! Mas vermes!
 
     Deste modo meu filho, eu inverto o ônus da prova! Sim, eu descarto não somente 98% das "verdades científicas" do homem, mas 99,9999%, porque tudo o que vem do homem é apenas fantasia. Restaria apenas 0,0001% - infelizmente - para os que como teu pai, se colocam neste exato patamar diante do Mistério Infinito de Deus. Mas estes que pensam como teu pai, sabem com certeza que todas as verdades do homem se anulam em si mesmas. O homem nunca criará nada de novo. Os demônios já tentaram isso milhões de vezes, não conseguiram nem conseguirão. São macacos que imitam. Os homens idem!
 
     Em verdade, para os que pensam como você - os cientistas - é muito fácil criar contradições, até porque muitas vezes, a morte já sepultou seu criador – caso de Darwin – quando se descobre que ele mentiu. Que faria Darwin hoje - se vivo - diante da "verdade" de sua ignara e tola "poça quente"? Cairia no ostracismo: seria desmascarado! Seria até ridicularizado! Como tantos outros cientistas já o foram! E como todos o serão!
 
    Então pergunto: porque vocês continuam a estudar Darwin se ele foi um contumaz criador de falsetas? De mirabolancias? Porque lhes é conveniente deixar que a verdade em Deus - falo da ciência que vem Dele - acicate, surre e bata num cadáver. Num infeliz - sei que não creditas – num infeliz demônio! Infeliz porque tentou derrubar a Deus! Demônio porque também Lúcifer tentou fazer isto! E os que teimam nisso, terão destino igual!
 
     Filho é como aquele cientista coreano mentiroso do clone, que foi desmascarado nestes últimos dias. Sua mentira "científica" levou a criar leis diabólicas, rapidamente em todo mundo, pois todos os países lançaram-se em corrida para obter vantagem e sair na frente das pesquisas. E agora, observam que era mentira. Mas o estrago já estava feito! Mais uma vez, eles tentaram arranhar na imagem inatingível do Criador.
 
     E te pergunto: se fizerem um clone? Não será como a ovelha Dolly, que apodreceu em poucas horas depois de morta? Porque morreu tão cedo, se o homem científico sabe criar vida? Que saiu errado? Mesmo assim, começou de algo já feito e criado por Deus antes. Pergunto: porque o homem "cientista" que não precisa de Deus para criar, não inventa um processo novo, original, mais perfeito que o já existente e precisa copiar? Sim, tirar do nada, e criar do nada – por que o acaso não acontece aqui? – porque tudo que está no universo já pertence a Deus! Foi idéia Dele!
 
     Houve sim, no Universo, um Big-Bang! Mas este big-bang foi infinita e eterna a explosão criadora do Amor Infinito de Deus, que não teve inicio nem terá fim jamais. Seu pobre e confuso, Charles Darwin, morreu ontem numa poça quente! Réquiem eterno para ele! Está sepultado, não se fala mais nele. Os sábios fariam isso! Seus parcos dias foram míseros e sofridos, terminaram numa eternidade teimosa e obstinada no mal.
 
     Meu querido: somente Deus é um leque infindável de possibilidades! Ele não Se repete na criação. Vão e vêm as espécies de vida, surgem e desaparecem, cumprem seu papel e novas formas surgem para ocupar estes espaços. Sempre que o homem tenta ocupá-los a seu modo, surge o caos, a degeneração, a desagregação, o tal "desequilíbrio ecológico". Depois correr atrás para repovoar o que destruiu, nada mais que remendos....
 
      Enfim, tudo aquilo que o homem "comprovou", através destes 140 anos pós Darwin, como verdade cientifica "irrefutável", mais dia, menos dia, está sujeito a cair na mesma "poça quente" que ele inventou para criar a vida. Ao acaso! Ele não sabia é que na poça quente tem lama,  e é nela que se conspurcam todos os que tentam afastar Deus Criador, da Origem de tudo o que existe no Universo. E lama virá pó, eis o que resta do homem cientista! Pó!, nada mais! Verme, nada mais! Morto, sem saber que o é!
 
     Termino, usando a pergunta do próprio cientista Dr. Max Bernstein do texto que lhe mandei: "Acredita-se que a vida tenha surgido numa sopa rica em componentes carbônicos, mas de onde vieram essas moléculas?".  Viu? De onde? Isso diz tudo meu filho! Dom Quixote também lutava contra moinhos de vento! Tentar entender como a vida emergiu na Terra... para isso estão reunidos 200 cientistas reunidos em Londres. Para que queimar tutano inutilmente? Tudo inútil! Eles nunca sairão do primeiro grão de pó. Aliás, nunca sequer chegarão a ele, quanto mais da vida! E terminei assim: Memento homo quid est pó et in pó reverterum! Vaidade das vaidades, diz o Eclesiástico! Foi isto!
 
     Há realmente uma fragrante e contumaz estupidez no raciocínio destes cientistas de araque, e explico. Vejam: elas sabem, porque também os mentecaptos entendem, que a matéria não surgiu do nada. Há sempre uma anterioridade para cada seqüência, uma coisa puxa a outra. Então suponhamos que surgiu o primeiro átomo: como surgiu? Quem o criou, já que é impossível faze-lo surgir do nada? Houve, pois, uma Vontade por trás dele, um Desejo poderoso de que ele surgisse. Um planejamento perfeito, que executou isso desde o inicio, continua fazendo, e o fará pelo eterno, sempre novo e dinâmico.
 
     Ora, se o homem não consegue nem explicar este primeiro átomo, como explicará o segundo? E como explicará toda a matéria que compõe o Universo? Isso quer dizer que, enquanto não foi solucionada a questão primeira: de onde veio a matéria?, não podem avançar os raciocínios adiante. Suponha-se um cálculo matemático exato, mas infinito: se eu errar na primeira conta, todo o resultado a seguir estará errado. Se, se erra o primeiro cálculo, se erra tudo. Se não sabem nem o primeiro... não sabem de nada.
 
     Da mesma forma o raciocínio sobre a vida: se não se resolverem a matemática do primeiro átomo que compõe a matéria, todos os raciocínios que evoluem antes disso, estão errados. É a lógica! O que acontece, é que os cientistas acham a solução cristã da Bíblia: Deus criou tudo!, como simples demais para suas cabeças arrogantes. Não entendem que Deus é a essência da simplicidade. E pifiamente, sem dizerem o “como” surgiu o primeiro átomo, teorizam um big-bang, há 200 bilhões de anos, como origem de tudo. E com a cabeça na estratosfera além, não percebem que seus pés estão aqui no lodo da poça quente de Darwin. Não passam disso! Que quanto mais se mexem mais afundam.
 
     Ora, isso nos indica que somente o demônio está por trás destes cientistas. É ele quem os ilude, embora saiba que existe um Criador. O demônio é a morte, e a  negação da vida! E justo por isso faz seus cientistas tecerem teses, sobre pressupostos falsos, criar teorias assentados sobre pântanos lodosos, sem terem resolvido sequer o primeiro enigma: de onde veio, como se criou? Quem fez o primeiro átomo?... E todos os outros em perfeição?
 
     Em verdade, cada etapa – como eles dizem: salto evolutivo – de passagem adiante, deste átomo, indo ao segundo átomo, e a todos os que compõem o Universo, são barreiras intransponíveis. Nem se conjectura sobre o que vem depois, sem ter resolvido o antes. Primeiro se resolve a equação inicial, a geratriz, a fórmula, depois se tece a cadeia infinita de bases perfeitas, sobre as quais o Criador Onipotente executou a Sua Obra inteira.
 
     Porque não se trata sequer de saber a origem das partículas que compõe o Universo, mas saber como surgiram os mais de 100 elementos químicos conhecidos! Saber depois porque se aglutinam, que força inaudita é esta que os mantém coesos. Depois disso se trata de entender que lei é esta que estabelece em perfeita harmonia os trilhões de  bólidos imensos, que compõem as 200 bilhões constelações, cada uma com 200 bilhões de astros. Isso ultrapassa o conhecimento humano. Porque 200 bilhões e não decilhões de astros? Afinal, o espaço é infinito e o homem nem sequer saiu da Via Láctea!
 
     Enfim, ainda assim entendida a mecânica de toda esta matéria inanimada, daí até surgir uma vida pulsante, um ser vivo, um ser que se arrasta pelo chão, ou anda pela terra, ou voa pelos ares, ou que nada pelos oceanos, lagos e rios, vai uma ciência ainda mais infinita. É tal o número de aleatórias para o pobre “acaso” resolver, que somente a estupidez e a cegueira humana o explicam. Ou seja: não explicam, apenas complicam.
 
     É isto que os “200 proeminentes cientistas” – por que sempre 200, que fissuração têm eles por este número? Será cabalístico? – estão agora resolvendo em Londres. Que mentira “científica” nós inventaremos agora? E sem análise, sem comprovar que mais uma vez aquilo é mentira, seguem as universidades de todo mundo a perverter cabeças avoantes, cheias de vento irracional, com falsidades. E ali estudam nossos filhos: na escola do ridículo – diante de Deus –  no domínio das fábulas, no fosso das teorias.
 
     Daqui há alguns poucos dias, toda a matéria do Universo se desagregará, tremerá num abalo só, e será mudada, tudo em novo. Os elementos químicos que compõe nosso planeta – por Ordem do Criador – perderão suas propriedades para a qual foram criados – também a vida – e isso mostrará ao homem cientista, que tudo, tudo, tudo, aquilo que ele supôs, imaginou, pensou, escreveu, e ensinou à respeito da matéria e da vida, é zero, não valeu de nada. Então o homem entenderá – e para sempre – que existe um Deus.
 
     Este dia está tão próximo, que já ouço seus passos. Milhares destes pobres cientistas então, irão cair de joelhos diante do Criador. Eles lamentarão dia e noite toda a sua tremenda estupidez: primeiro em negar a certeza absoluta de Que Deus existe. Segundo, em se fazer de entendidos diante do Infinito da Obra Sua criadora. Então se sentirão exatamente como somos: Vermes porque vivos, mas pó! Átomos que Deus uniu por Amor!
Aarão!




 
 
 

Artigo Visto: 866 - Impresso: 31 - Enviado: 25
Ajude a manter a nossa obra de evangelização e o nosso site no ar, faça uma doação.

ATENÇÃO! Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte www.cidadaosdoinfinito.com.br

 

 
Visitas Únicas Hoje: 185 - Total Visitas Únicas: 300450 - Usuários online: 29