COMUNIDADES DE VIDA E ORAÇÃO - Vigiai, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor (Mateus 24,42)
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12/11/2012
A EXPERIÊNCIA DO AVISO
Relato da mensageira ao sacerdote que lhe acompanha
 

A seguir transcreveremos o testemunho de uma mensageira brasileira ao seu diretor espiritual (sacerdote), a respeito de uma fortíssima experiência mística a que foi submetida. Teria conhecido ela a experiência antecipada do Aviso? Você concluirá.


Relato da mensageira ao sacerdote que lhe acompanha: (07/01/2001)

Eram 4:15 da manhã, acordei! Estava entre lágrimas. Só agora às 5:30 é que encontro forças para descrever-lhes o que aconteceu comigo.Ouçam o que vou relatar:

- Eu estava num sonho, mas era muito real. Uma revelação que Nossa Senhora me deu. Era um dia comum, dia de semana, só que era cedo e eu estava sem fazer nada. Vi, então, minha mãe colocando roupas no varal, meu pai fumando e meus dois filhos brincando no quintal.


De repente o céu ficou com nuvens alaranjadas e o sol começou a escurecer como se estivesse se pondo. Sabe, como vai esfriando e se pondo? Eu não estava entendendo, parecia um eclipse, mas não era. O sol estava escurecendo com se estivesse apagando mesmo, ficando amarelado; era uma coisa esquisita. Estava esfriando, esfriando...


Olhei para o céu e vi a lua em pleno dia. Achei estranho, e foi de repente também que meu filho Rafael, de nove anos de idade, começou a gritar dizendo que no céu havia duas luas. Olhei novamente e era verdade! Era mais ou menos pelo meio do dia, nem sei bem, e havia lua no céu; já não era mais o sol, era a lua. Mas não eram duas luas; uma era o sol que tinha esfriado. A lua sim era como uma Hóstia sangrando. Então ela veio caindo em cima da terra. Naquela hora, Padre, até eu saí correndo no sonho, porque também fiquei com medo. Ali muitas pessoas gritavam, abaixavam o rosto por terra, pois ficaram com medo.
Todos começaram a correr e a se esconderem de medo, porque uma das luas estava manchada de sangue.


Percebi, então, que não se tratava de uma lua, mas sim da Hóstia consagrada que começou a despencar do céu e todos gritavam, se escondiam e jogavam o rosto por terra.


A outra lua, que era o sol apagando, foi se dividindo em duas partes e formou um coração que se partiu ao meio. Junto dele vi estrelas que se juntaram e começaram a escrever frases no céu que eu não conseguia ler, porque também fiquei com medo. Só que o sol, nessa altura, já estava escurecendo e começou a aparecer alguma coisa escrita no céu. As letras eram feitas de estrelas. As estrelas escreviam coisas, palavras no céu. Eu não sei o que era, porque vi só a forma das letras. Dava para ver que estavam formando letras para as pessoas lerem. Mas ninguém ficou lendo, porque lá fora todo mundo saiu correndo. Até eu fiquei com medo. Eu me lembrei: "São sinais de Nossa Senhora!" Mas quando lembrei, já estava no meu julgamento. Não deu tempo para fazer nada quando lembrei, nem de chamar Nossa Senhora, para estar perto de mim. A única coisa que consegui fazer foi falar a meu pai:"Olha, pai, agora o Sr. acredite em mim!". Por que não acreditou em mim?


Quando falei assim, já tinha começado. Eu estava presa aquele lugar que não sei onde é, tudo escuro, e com uma tela na frente; você fecha os olhos, pode virar, dá a impressão de que está viajando...


Eu já estava no lugar. Ali vi várias pessoas dentro de uma sala. Eu acho que Nossa Senhora e Deus usam alegorias, símbolos, porque muita coisa a gente não compreende ainda.


Lembrei-me dos sinais de que Nossa Senhora havia falado e comecei a chamar a todos. O primeiro que chamei foi o meu pai que nunca acreditou em mim.
Vi, então, uma grande sala onde uma grande tela, que parecia de TV, foi ligada. Nessa sala haviam muitas pessoas, algumas eu conhecia, outras não. Mas o estranho é que dentro dessa sala um não conseguia ver o outro. Eu não estava entendendo, porque é que eu estava ali. Foi quando fomos colocados em uma cadeira; parecia mais um grande trono, cada qual em uma cabina individual e a sala ficou cheia de cabinas. Nesse julgamento a gente estava todo tempo sentada numa cadeira, como se fosse um trono. E é nesse trono que a gente vai sentar e ver.


O que não dá para entender é que quando vêm esses sinais a gente não está lembrando nada.


Então a minha cabina se fechou, fiquei presa sem poder me mexer e senti muito medo. Aí ligou uma tela... Comecei, então, a ver nela um filme mostrando toda a minha vida. Vi coisas que não posso revelar por serem pessoais e pecaminosas. O filme passava muito rápido, como a velocidade da luz; em alguns trechos parava por alguns instantes. Então me vi nitidamente primeiro nos dias de hoje, quando eu falava da Bíblia a uma moça desconhecida.


Depois voltei a muitos anos atrás na minha vida e me vi quando era muito mais jovem. Via cada amanhecer e cada anoitecer, nada estava escondido, tudo estava gravado. Vi até as roupas que eu usava naquela época, há mais ou menos 20 anos atrás.


Foi quando senti muito medo, vergonha e arrependimento, e tão grande que pensei que eu tivesse morrido e estava condenada, indo para o inferno.
Vi ás vezes que sozinha pecava comigo mesma, quando fiz os outros pecarem por minha causa, que dei oportunidade para as coisas erradas. E vi também Nossa Senhora chorando muito, pois a fazia sofrer.


Nossa Senhora não tinha dado tempo, porque quando vem o aviso, já não dá mais tempo para Nossa Senhora estar junto, nem nada, já foi direto.


Senti dor na alma, e pior do que isto acho que é só a morte. É como se o sopro da vida que existe dentro de mim tivesse parado. É inexplicável, parecia que meu espírito ia sair do corpo. Senti como se o ar me faltasse, como se algo dentro de mim estivesse sendo esmagado. Comecei a sentir cada órgão do meu corpo, como se estivesse em falência, porque o sopro da vida parecia que ia sair, minha alma parecia que ia deixar meu corpo. Até os órgãos pareciam que mexiam... Eu pensei que estivesse morrendo mesmo. Parece que o ar vai faltar; é como se o sopro da vida, o espírito vai querer sair. Então dá a impressão de que os órgãos vão sair todos juntos, e ficar oca por dentro. É uma coisa horrorosa! Só mesmo quando passarem por isso é que ficarão sabendo o que vou explicando. Aí é que a gente entende o que é o sopro de vida. Nessa hora a gente começa a entender muita coisa.


Eu pensei que ia morrer, e estava condenada. Agora imagina essas pessoas que não vão se salvar, o que é que irão sentir? Porque eu sentia que a minha alma ia sair do corpo. Parecia que ela estava se deslocando em mim, assim, do ventre para o peito.


A dor na alma é uma dor que não tem explicação, é um arrependimento como se fosse uma dor física, mas ao mesmo tempo parece que falta o ar.


Naquele espaço de tempo em que se está sendo julgada é que se começa a dar valor à vida, a compreender o que é a vida. Só aí comecei a sentir a dor na alma. A alma sente dor. É inexplicável, mas eu vou tentar explicar. É como se a vida estivesse saindo de você. Então você sente que vai te faltar tudo, começa a sentir cada órgão do teu corpo, a sentir a importância de tudo o que Deus fez, e tudo bem perfeito.


Aí a gente começa a dar valor à vida: quanta coisa eu podia ter feito, e não fiz. Parece que a alma vai desgrudar do corpo. Não sei; você está sentado, mas parece que ela vai se desprendendo. É uma coisa desagradável, parece que vai morrer. Aí os órgãos parecem que vão subindo juntos. Não sei explicar. Aquela falta de ar, você não consegue respirar, uma aflição. E você vendo aquela cena que vai te fazendo mal! E aquele filme passando rápido e você não entendendo, como se você estivesse viajando na velocidade da luz. Você perde a noção do tempo e de espaço, não sabe nada ali. Acabou-se, não vê ninguém, não tem ninguém para te ajudar, um medo horroroso que dá um pavor! Fiquei com medo, porque estava sozinha, não tinha ninguém para me ajudar.


Só depois do aviso é que o anjo me disse; o que eu tinha passado, as outras pessoas tinham passado também. Eu não via a elas, e elas não estavam vendo a mim. Só que estávamos todos juntos, um perto do outro. Mas ninguém sabia. E cada um disse que passou a mesma coisa que eu.


Padre: "Não havia ninguém ao redor? Não havia nem Jesus e Nossa Senhora?"
Mensageira: "Não tem ninguém. Eu estava vendo só aquele filme. Eu relutava, porque não queria ver, fechei os olhos, o que nada me adiantou.
E eu não sabia que Nossa Senhora estava a meu lado. Tivesse sabido, eu estaria mais confortada. A gente começa a ver o filme, e ali a gente entende o que está acontecendo. A gente começa naquela aflição toda e no meio dessa aflição começa a entender o que está acontecendo: Eu estou sendo julgada! Pensei que tivesse morrido, ido para o inferno. Por mim, meu espírito já tinha saído do meu corpo. Aí comecei a gritar, porque eu fiquei com medo, comecei a chamar a Santíssima Trindade: "Tem piedade de mim!" Outra coisa eu não podia falar naquela hora. Comecei a gritar: "Valei-me, Nossa Senhora!"


De repente tudo parou, e sai daquela cabina, fiquei a sós com aquele rapaz que disse ser meu anjo da guarda. Ele me disse que eu estava tendo o meu julgamento. Pensei que tivesse sido condenada. Eu falei: "E o resto?" Ele falou: "Não! Quando você chamou pela Santíssima Trindade, e chamou por Nossa Senhora, Ela foi pedir a Deus por você, porque você estava desesperada. Então Nossa Senhora veio em seu auxílio."


Ele falou: "Ela estava o tempo todo bem perto de você." Só que eu não a via, porque estava vendo só o que eu tinha feito. É assim: "Mesmo você estando de olhos fechados, ou de olhos abertos, é como se fosse tela de TV, em que você vê tudo gravado. Tudo está ali registrado. Então o anjo da guarda falou para mim que eu vi como vai ser. Então é para tomar muito cuidado para não pecar.


Eu estava naquele lugar, e não sabia onde estava. Estava tudo escuro. Eu estava numa cadeira. Era num trono. Aquilo se fechou, eu podia estar de olhos abertos, olhos fechados e não estava entendendo o que estava acontecendo comigo. Quando me dei conta, achei que tinha morrido, estava indo para o inferno, porque eu vendo aquele filme passar, aquelas coisas horrorosas passando... Assim é que aí eu comecei a ver meus pecados com os olhos de Deus. Então para mim eram coisas monstruosas as que eu estava vendo. Hoje em dia, se fosse com minha cabeça de antigamente, achava que não tinha problema...


E Nossa Senhora confirmou depois que eu estava vendo os meus pecados com os olhos de Deus.


Então, banhada de suor, fui me refazendo e perguntei a ele se eu iria ver o resto, porque só havia visto coisas de anos atrás e ele respondeu:
"Agora não, pois quando gritastes pedindo o auxílio da Santíssima Virgem, ela se retirou e pediu misericórdia a Deus por você."


Perguntei, então, das outras pessoas que estavam comigo, e ele disse que se passou o mesmo com elas.


Perguntei, então, ao meu anjo se eu podia ver o que meu marido fizera de errado, e o anjo me advertiu seriamente: "Não, você não tem esse direito. Os pecados que cometeram juntos cada qual os vê, mas os outros só pertencem a ele. O que ele pecou, que é pecado dele, só pertence a ele; só ele tem o direito de ver."
Fui, então, recolocada no meio dos outros e a tela continuava ligada, mas agora podíamos ver uns aos outros, e todos estavam cabisbaixos. Eu, então, me isolei de todos, pois tive vergonha de encará-los.


Quando voltei e fui me refazendo, aí Nossa Senhora estava perto, e não tinha mais aquele trono diante da tela. Só que estava todo mundo cabisbaixo, um sem olhar para o outro, todo mundo sem graça, com vergonha. E eu fui me isolando de todos, porque também estava com muita vergonha, pois dá a impressão de que todo mundo viu também aquilo que eu tinha visto; sabe, aquela sujeirada toda.
E apareceu um filme, só que aí todo mundo podia ver o mesmo filme: Foram as vezes em que Nossa Senhora agiu na vida da gente. Então, acho que para cada pessoa Ela vai mostrar de um jeito. Para mim Ela mostrou as vezes em que eu fazia o bem; até nos dias de hoje: eu falando da Bíblia às pessoas, fazendo minha parte. Depois mostrou as vezes em que Ela queria chegar perto de mim e eu não permitia por causa da minha rebeldia.

 

Eram as vezes em que minha mãe dizia para mim que rezasse, prestasse atenção na oração, assistisse Missa; e eu não queria saber. Então Nossa Senhora me mostrou também tudo isso que eu fazia. Quanto tempo a gente perdeu, como estava dormindo. Ela falou para mim que as pessoas têm que se arrepender das coisas que estão fazendo, não deixar o rosário cair. Nossa Senhora dá um puxão de orelha, e diz que não podemos deixar para outra oportunidade as orações, a conversão, o arrependimento. Sem isto ninguém vai se salvar. Ela falou que são pouquíssimos os que vão se salvar: "o pequeno resto!" E esse pequeno resto que está com o terço na mão, e o está deixando cair!


Até mesmo o demônio, Nossa Senhora me mostrou, quando ele vinha me tentar, mas pela força da oração da minha mãe, da consagração dela, Nossa Senhora punha ele em fuga. Ela me cobria com o corpo dela, Padre! Agora, com aquelas pessoas que estavam com o terço, ela vinha, abraçava. Sabe, àquelas pessoas que estavam com o rosário na mão, Nossa Senhora abraçava calorosamente, a cada pessoa que estava rezando o rosário. E vi minha mãe e meu pai rezando.
A mim via quando deixava de rezar por preguiça... Mas Nossa Senhora sempre ali, porque dizia que eu tinha sido confiada a Ela, minha mãe me tinha consagrado a Ela. Por causa da importância da consagração Ela está ali, por perto, para não deixar acontecer coisas piores.


Na tela Nossa Senhora abraçava cada um de nós calorosamente. Vi quando abraçava a meu pai e minha mãe, todos com o terço na mão. Vi quando Ela chegava perto de mim, eu ainda era mais jovem, não me abraçava como fazia com os outros, e sim se jogava por cima de mim, protegendo-me com o próprio corpo, de um demônio que me rondava. (Pude vê-lo, era horrível!)
Isso acontecia às vezes que eu não rezava, e mesmo quando o fazia, não punha sentido na oração. Mas, pelas orações da minha mãe me consagrando a Nossa Senhora, Ela me protegia.


Vi também um sacerdote que rezava sem atenção, e o demônio ficava perto dele tentando imitar Nossa Senhora, numa caricatura grotesca e até vestido com uma roupa igual à dela. Nossa Senhora fez com ele o mesmo que fez comigo, pondo em fuga o demônio.


Nossa Senhora disse: "É isto que faço a todos aqueles que a Mim são confiados, através da consagração". Disse que faz o mesmo às crianças, quando essas são judiadas, maltratadas; Ela sente, e é por isso que se joga sobre elas também, protegendo-as.


De repente Jesus apareceu e todos podiam ouvi-lo. Ele disse: "Honrai a Minha Mãe, fazei tudo o que Ela vos disser, colocai para modelo em vossas casas a Sagrada Família. Revelo-vos o maior segredo: "O Amor!" Vençam tudo pelo amor, e sigam os Meus Mandamentos." Jesus, então, parou de falar, mas percebi que Ele tinha algo mais a nos dizer.


Nessa hora Nossa Senhora se fez presente no meio de nós e, chorando muito, eu perguntei a Ela:
- "Mãe, por que Jesus parou de falar?"


Ela respondeu-me: "Está acabando, minha filha, o tempo da misericórdia, está acabando! A Porta Santa se fechou... Filhos, quando vim a vós nestes últimos decênios, achais que Eu brincava com algo tão sério? E o que fizeram? Entregaram-se ao mundo, ao pecado, ao consumismo, ao materialismo, aos prazeres, adiando cada dia vossas conversões!"


Como foi fechada a Porta Santa, vi Nossa Senhora no final chorando muito. Disse que era porque a Porta Santa se tinha fechado e Ela ficou vendo quantas pessoas perderam a oportunidade de apagarem todos os pecados. Estava triste porque muitos não tinham confessado os seus pecados e muita gente se perdeu por causa disto.


Quantos, por causa desse "deixar para depois", se perderam, morreram, e não se salvaram! "Filhos, tudo isso é muito sério! Agora peço a vós, o pequeno resto que está Comigo, permaneçam, não deixem o rosário escapar de vossas mãos, pois arrumam sempre um motivo para não rezá-lo ou deixam para fazê-lo mais tarde quando estão cansados e querem dormir! Não! Não! Eu preciso de vocês, pois sem as orações Eu pouco poderei fazer. Rezem! Rezem mais! e peçam a Deus pelo arrependimento da humanidade, pois sem ele não haverá a conversão!"

Disse Nossa Senhora.

+ Pediu para mudarmos de vida, mudando hábitos, abolindo vícios.
+ Colocar Deus em 1o lugar.
+ Viver cada dia como se fosse o último dia.
+ Viver os Mandamentos.
+ Deixar-nos ser conduzidos por Ela.
+Confissão, jejum, penitência, Missa, Eucaristia, Adoração, oração, evangelização, consagração.


Disse-me que eu havia visto meus pecados com os olhos de Deus, mas que também serei julgada pelos meus méritos e boas ações.
Padre: Após ter lido este relato, fiz à mensageira várias perguntas, às quais ela respondeu dando estes novos detalhes:


Os pecados confessados não aparecerão no Aviso. Desde a época em que eu estava vendo meus pecados, só via coisas que me lembrava que não tinha confessado. Agora, coisas maiores, que sabia que tinha feito pecado até no meu entender, agora grave, não apareceram, porque eu já tinha confessado. Eu vi pecados leves que não tinha confessado. Precisamos passar às outras pessoas a importância que tem a confissão. No entender da gente de hoje nada é demais, mas depois é que fui compreender tudo o que ofende a Deus, o que é olhar os pecados com os olhos de Deus, quantas vezes a gente machuca a Deus, quantas vezes ficamos pecando também!


Perguntei ao anjo da guarda, que estava presente, se iria ver mais alguma coisa, e ele disse que não, porque desde que eu tinha pedido misericórdia, Nossa Senhora intercedeu junto a Deus por mim para parar de ver, porque eu pensei que ia morrer, mas eu terei o meu julgamento.


Então, Padre, depois disto eu fiquei doente, fiquei três dias sem comer, eu não dormia, só chorava, Eu sentia uma dor muito grande no corpo. Acho que era reflexo de tudo o que passei. Eram dores musculares, dores físicas mesmo, nos braços, nas pernas... Era tudo dolorido. É mesmo para poder mostrar, dar um sinal de que aquilo era mesmo real.


Porque muitas vezes as doenças são frutos dos nossos pecados. Então, Nossa Senhora quis mostrar como eles se refletem na carne. Fiquei três dias sem apetite, numa grande apatia.


Fiquei assim por que? Foi de pensar o quanto eu tinha ofendido a Deus... quanto tempo eu tinha perdido; pelo arrependimento que tive ao lembrar tudo aquilo que tinha vivenciado. Porque os pecados que confessei não me lembro mais deles, mas aqueles que vi, eles ficavam me martirizando, porque eu tinha ofendido a Deus, eu tinha visto como era, e, naquele desespero, me questionava: "Quando é que vou falar isso às pessoas?"


E agora estou pedindo ao meu anjo da guarda para me ajudar, para me sustentar na hora em que tiver de passar por isso de novo, porque não sei o que vou ver. Eu passei pela Porta Santa, mas daqui até o fim... A gente sabe que é humana, está sempre pecando.


Mas depois Nossa Senhora me confortou, porque eu também vou ser julgada pelas coisas boas. Ela quis mostrar algumas coisas ruins para me chamar à atenção, porque se Ela está só sorrindo, falando muito manso a gente acaba esmorecendo. Então, Nossa Senhora quis chocar para ver as pessoas alertas à mensagem que eu devia passar.


E falou que era para não omitir nada, tudo o que é de errado é para falar, mas com carinho, com amor. Isto está errado? Não! não é mais hora de ficar calada, Nossa Senhora não quer isso, porque muitas vezes a gente deixa de falar. É para falar mesmo!


Alertar principalmente os parentes, porque iremos dar conta. Temos a responsabilidade de falar o que é certo, e o que é errado. A gente vai falar para um estranho e deixa os de casa ir para o inferno; não fala com eles. É um que fuma, outro que bebe, outro que está na gandaia... Então, temos que começar pelos de casa, sim são os mais difíceis. Os de fora, por uma palavra que você fala, você toca neles, porque é pessoa estranha que está falando.


Quando estou falando com pessoas desconhecidas, conto o que aconteceu comigo, assim como para as pessoas do grupo. Agora, para as que estão fora do grupo, eu não posso falar assim abertamente. Mostro na Bíblia onde é que diz que você não pode ter vício, não pode servir a dois senhores. Então, o Espírito Santo vai iluminando para a gente falar com as outras pessoas. Só mesmo quem passou por isso é que pode compreender o que está acontecendo.


Mas foi muito forte, e eu estou pedindo a Deus a graça de ser amenizado o meu julgamento, porque, sinceramente, Padre, eu pensei que ia morrer! Parecia que o meu corpo ia ficar no chão e minha alma sair do corpo. Só que ela não saiu, porque Nossa Senhora intercedeu e Deus teve misericórdia de mim.

 

Nossa Senhora está sempre junto de nós, a gente é que não percebe.


Padre: "Então a Senhora viu todo este filme deitada, pois era um sonho durante a noite."

Mensageira: "Era de noite. Eu estava deitada, dormindo. Mas, quando acordei, estava sentada, não estava deitada. Estava sentada, chorando na minha cama. Quando acordei estava como se estivesse sentada naquela cadeira. Durante o filme todo eu estava sentada, presa numa cadeira. E quando acordei, estava na minha cama, também sentada, banhada em lágrimas e suor."


Padre: "O seu marido notou alguma coisa?"
Mensageira: "Não notou nada. Estava dormindo que nem uma pedra! Era para mim mesma. É que se ele me chamasse, talvez poderia me incomodar, atrapalhar. Eu não sou de chamar, só quando estou muito doente; eu durmo tranqüila, não sou de me mexer, nem da nada."
Mas depois que tinha passado e que eu estava chorando de arrependimento, ele me perguntou: "Por que estás chorando? Aconteceu-te alguma coisa? Você viu alguma coisa? Você está doente?"
E aí eu não quis contar-lhe naquela hora. Eu chorei, chorei, chorei. Eu não conseguia conter o choro. Tudo dolorido, tudo dolorido! Mas ele já tinha relacionado com coisas malignas, porque eu estou sempre rezando, pedindo para ele rezar por mim.


Padre: "Essas dores foram depois acabando lentamente ou desapareceram rápido?"
Mensageira: "O primeiro dia foi o mais terrível que eu tive, porque sentia dores e não tinha forças para levantar da cama de tão ruim que fiquei. E depois daquilo fui me confortando através das orações. Sabe que ali também eu procurei um Padre e fui confessar aqueles pecados que eu tinha visto. Fui procurar o Padre desesperada! Meu marido, como o Sr. sabe, é água morna, nada toca ele.

 

É porque não teve um ensinamento religioso, mas vendo o estado tão grave em que fiquei, naquele mesmo dia, falei a ele: "Eu não posso ficar deste jeito, porque, se morrer assim, vou para o inferno."
Ah! Padre! Ele viu do jeito que eu fiquei, só chorava. Nada, Padre, me interessava. Eu sou pobre, não tenho nada; mas se chegasse alguém para mim com uma mala de dinheiro e falasse: "Toma aqui", era a mesma coisa que nada. Nada ia me alegrar, nada! Não tinha dinheiro que me alegrasse. Apesar de tantas coisas, que preciso, podia me dar o que quer que fosse, não ia me sentir realizada em nada, de tão triste em que estava.


O que tocou o meu marido foi àquela tristeza, pois nunca me tinha visto daquele jeito, nunca! Eu disse a ele: "Eu preciso ir me confessar!" Ali eu contei tudo para ele como tinha acontecido. Parece que com isto Deus o chamou também, porque ele falou: "Eu também vou me confessar! Se você está condenada, eu já estou no inferno!" Correu e foi se confessar junto comigo. Então, desde ali, está indo à Missa todos os domingos. Há dias em que o sono bate e ele não reza, há dias em que reza sozinho. Mas não está faltando à Missa, está recebendo a Eucaristia desde o dia em que viu o estado em que fiquei.


Depois da confissão fui melhorando, porque fui contando todos aqueles pecados que eu tinha visto. Sabe, fui contando para o Padre e ele teve muita paciência em me ouvir. Só que falei para ele que estava perturbada com uma coisa que tinha sonhado. Eu não podia contar! Depois que ele falou:"todos os teus pecados estão perdoados", assisti a Missa, recebi a Jesus Eucarístico, pedi perdão e conversei muito com Ele...


Depois disso quase não tinha dor nenhuma. Só um reflexozinho enquanto não confessei. Depois fui melhorando, mas assim, sempre com aquela tristeza. Eu chorei tanto, naqueles três dias, que vivia suspirando, fiquei muito deprimida.
Só depois de três dias é que consegui reunir o grupo para contar-lhe o que é que tinha acontecido. Até ali eu só chorava de arrependimento. É o arrependimento que mata também, viu Padre! Mata porque você fica naquele arrependimento... Por isso eu acho que as almas que estão no purgatório sofrem muito. Deve ser isso! Estão sempre vendo e pagando. O Sr. já pensou o que é ficar nessa agonia constantemente, com essa dor no espírito, aquela sensação, que ele vai sair, sabe? E aqueles que estão condenados, então, meu Deus do céu!


Agora estou mudando de vida, Graças a Deus, com isso meu marido também está participando da Missa; não perde uma Missa. Parece que ele viu mesmo a profundidade com que eu fiquei apavorada. Serviu para trazê-lo à prática religiosa. Jesus disse que é para levar às casas o modelo da Sagrada Família. E a minha casa daquele jeito, só eu rezando e ninguém querendo saber de mais nada... Mas ele se arrependeu, foi lá e contou para o Padre. Ali ele perguntou para mim: "O que é pecado?" Eu respondi: "Os pecados que eu vi com você foram esses e esses!" "Puxa vida, disse ele, eu nunca pensei que isso era pecado!" Ali eu lembrei a ele: "Agora você vai lembrar os teus pecados que você vai confessar junto com esses que eu estou vendo que nós fizemos juntos."


Aí eu comecei a falar-lhe de muita coisa que era pecado e ele achava que não era. Agora ele é uma pessoa mais calma, porque está pensando duas vezes antes de falar coisas. Eu noto nele que está tentando mudar. Às vezes ele me diz: "Aquilo que eu falei é pecado?" Ele está naquela preocupação. Eu lhe falei: "Você também tem que saber o que é pecado, e o que não é. Você não pode ficar sempre perguntando para mim, porque Deus vai ver com os olhos dele. Mas, se você acha que é pecado, você não faça, falei-lhe."


Graças a Deus ele vai à Missa, mas é assim: Quando chega a hora começa a passar mal, e dá dor de barriga e dor de cabeça. Falo em ir à Missa e já começa a sentir-se mal; pode estar faltando 20 minutos, se eu não falo nada, está tudo bem. Mas se eu falo: "Vamos, que está na hora de ir à Missa", aí é dor de barriga nele; e dá mesmo! Dá cólica, dor de cabeça, e diz que é insuportável. Mas eu lhe digo: "Você vai, na igreja tem banheiro, você vai!" É o maligno que o ataca para não poder ir a igreja. Mas o estou levando: "Prepare-se! Eu não quero nem saber se tu vais com dor ou sem dor, se vais tomar remédio... mas nós vamos! Estando na Missa, pergunto-lhe: Você melhorou? E ele: "Não estou sentindo mais nada.

 

Nem me lembrava mais que estava com dor de barriga." É só na hora da Missa que ele começa a sentir aquilo que chamam de colite. Mas, Padre, pode ser o que for, mas o maligno está querendo fazer isso, porque está com raiva de mim, pois estou levando-o para a igreja. Jesus pediu, eu não podia deixar meu marido se perder! Minha sogra também agora está querendo saber como rezar o terço; já estão se chegando mais a mim. Já há possibilidade de colocar a Bíblia na casa deles. E aos poucos eu vou entrando... A gente tem que ir devagarzinho, conquistando, porque sabemos que é difícil, ainda mais para quem está no espiritismo. Agora está indo.


É uma luta! Ás vezes eu pensava: "Ah! porque sou vidente estou salva!" Agora, acho que vou ser condenada antes que todo mundo, porque tenho uma responsabilidade muito grande, principalmente com minha família; uns são viciados em cigarro, outro gosta da farra, e se a gente vai falar o que está acontecendo, ficam com raiva de mim, estão me chamando de louca, de fanática. Isto tudo estou ouvindo. Estão rindo na minha cara, mas eu não ligo, não! Esses dias Nossa Senhora disse que não é para ficar com medo dessas pessoas. Elas, mais tarde, podem até ficar perto da gente. Ás vezes, por causa de uma palavra, as pessoas escutam meu marido, pois ele sabe o que eu vi, e aquilo chocou ele de um jeito que foi se confessar. Nem que tenha sido por medo, mas foi. Está indo à Missa, recebendo a Eucaristia. As coisas lá em casa estão melhorando, depois dessa libertação...


Muitas vezes não colocamos Deus em nossa vida. Nossa Senhora quer que levantemos de manhã e rezemos. Pediu para rezarmos logo que levantamos, e àqueles que puderem rezar o rosário, Ela agradece. Agora, quem não puder, porque vai trabalhar, que reze pelo menos um terço antes de sair de casa. É para começar o dia chamando a Deus, invocando os anjos. É importante invocar nosso anjo da guarda, porque ele vai estar com a gente no dia do nosso julgamento. Foi o meu anjo da guarda que estava junto de mim, e eu não tinha visto. Foi depois que tudo passou que ele falou: "Sou teu anjo da guarda".


Padre: "Ele te acompanhou todo tempo?"
Mensageira: "Acompanhou-me. Eu não sabia. Ele ficou todo tempo ao meu lado.
Por isso é que a gente tem que rezar ao anjo da guarda, pedir para interceder a Deus para termos força, porque se a gente não tem força espiritual naquela hora, pelo menos uma ação boa, a gente se perde. Mas Nossa Senhora disse que eu ainda vou ter os meus merecimentos. Mas eu não sei se vou para o purgatório. Quando Ela fala em merecimento, não quer dizer que eu estou salva. Padre, eu estou com medo de ir para o inferno. Está certo que os pecados que eu não vi já os confessei todos, mas eu fiquei traumatizada de ter visto tudo aquilo. Vai servir para mim procurar evitar o pecado ao máximo que eu puder; da língua, dos pensamentos, das ações, omissões. Eu fui reeducada, Padre! Acho que nunca tinha me tocado tão fundo como agora; Nossa Senhora falou que o tempo está muito curto. E não é para assustar que Ela quis mostrar aquilo, e sim, porque senão serão poucos os que irão se salvar, se não tiverem conhecimento da gravidade do Juízo."


Padre: "Aqui no relatório a Sra. descreve: "Às 4.15 da manhã acordei banhada em lágrimas, e só agora às 5.30 é que encontro forças para descrever o que aconteceu comigo." Isto foi no dia 7?"
Mensageira: Dia 7 de janeiro. Eu não tinha forças nem mesmo para escrever, com tudo aquilo na minha cabeça, sabe, eu vendo aquelas cenas... Eu fiquei estarrecida, Padre, estarrecida! Depois fiquei três dias sem comer, sem dormir. Eu só chorava e rezava. E com um arrependimento muito grande, sabe! No mesmo dia eu já não dormia! Acordei, fiquei naquela situação, comecei a escrever. Ajoelhei, rezei o rosário, mas nada me confortava. Naquele dia eu fiquei o dia inteiro de cama, deitada, com dores no corpo. Então, enquanto eu não confessei aquilo que tinha visto, os pecados que tinha confessado, não melhorei.

 

Só melhorei depois que conversei com o sacerdote. Ele via no meu rosto o desespero em que eu estava. Ele me disse: "O que é que aconteceu?" Sabe, ele é um Padre conhecido meu e eu não podia revelar para ele. Fui contando o que ía me incomodando. Ele me absolveu de todos os meus pecados, tudo o que estava me angustiando. Ali eu já comecei a melhorar, me aliviou.


Meu marido também, como já disse ao Sr., depois que ele viu o que tinha acontecido, tocou nele, começou a melhorar. Ele era meio água morna, qualquer coisa era motivo para não ir na igreja. Mas agora não.


Padre: "A senhora esteve sem comer depois que teve o aviso ou mais dias?"
Mensageira: "Olha, Padre, fiquei três dias sem vontade de comer nada, porque estava numa tristeza muito profunda, como numa depressão. Eu não tinha vontade de comer, nem de fazer comida. Eu fazia só porque os filhos precisavam.

 

Naquele estado de tristeza a gente só quer ficar isolada e pensando, pedindo perdão para Nossa Senhora e rezando, sabe! Eu não sentia vontade para nada. Eu tinha ficado sem forças mesmo. Aquilo me mostrou mesmo como é quando a gente está em pecado. Abate a gente no físico e no emocional. Isso quando a gente se dá conta do que a gente está fazendo, porque muitas vezes a gente confessa os pecados, mas não se dá conta de como está perante Deus. Às vezes uma coisa que a gente acha que não ofende a Deus, ela ofende! Quando a gente vê com os olhos de Deus, começa a entender muita coisa. Eu fico desesperada quando vejo uma pessoa fazendo alguma coisa que eu sei que ela depois vai sofrer com isso. Eu pego, vou e falo: "Não faça isso!" É porque não quero que as pessoas passem o que eu passei.


Cada um tem seu julgamento, mas pode amenizá-lo. Porque eu pensei que ia morrer, senti que meu espírito tinha descolado e ia sair, só que não saiu. Então eu fico muito preocupada: "Meu Deus do céu, o que será das pessoas que serão condenadas; o que não deverão sentir no dia do julgamento?" Não irão agüentar, porque eu pensei que já tinha morrido. Pega a gente tão de surpresa que você não sabe o que está acontecendo contigo, não sabe a quem pedir ajuda, porque é tudo muito rápido. Só depois é que vai se dar conta do que está acontecendo, quando inicia a ver sua vida passada. Aí começa a ver, a gritar, a chamar a Deus e a Nossa Senhora; a se arrepender do tempo que perdeu..."


Padre: "Das pessoas que estavam com você, na sala, depois que acabou o pequeno julgamento, nenhuma delas comentou o que foi que sentiu?"
Mensageira: "Não. Eu não vi nenhuma comentar, porque estava todo mundo cabisbaixo. A gente não tinha vontade de falar com ninguém. Estava com vergonha de chegar perto do outro. Eu mesma fui a primeira a me isolar. As pessoas choravam muito e todas estavam com vergonha. Foi quando Nossa Senhora falou para mim assim: "Você também vai ser julgada pelo que você fez de bom..." Então fiquei mais reconfortada, porque tinha vergonha até de olhar para Nossa Senhora. Muito envergonhada. Por isso não havia comentário nenhum, era um silêncio total."


Padre: "Qual seria a diferença no teu modo de viver antes desse pequeno juízo, e depois dele? O que teria mudado em tua vida?"
Mensageira: Padre, mudou tudo, tudo, radical! Sim, porque a gente estava tendo as mensagens de Nossa Senhora, estava procurando vivê-las. Mas, somos humanos e caímos muito, cansamos...]


Depois desta visão ganhei uma força interior muito grande de poder denunciar tudo o que há de errado, e cortar da minha vida, radicalmente, tudo o que está errado; comecei a ver com os olhos de Deus. Deus não precisa mais me dizer: "Você não vai mais fazer aquilo!" porque agora parece que uma coisa me diz: "Aquilo não é bom para você!", "Isto não é bom para teus filhos!" "Ganhei um jeito diferente de ver as coisas.

 

Tudo o que vou fazer agora é visto com os olhos de Deus, até com o meu marido. Estou procurando viver na minha casa como um lugar de mais santidade, mais compreensão, eu aprendi a me calar mais, a ouvir mais. Aprendi a me doar mais para a minha família, porque às vezes a gente esquece que tem família, só quer as coisas de Deus, mas Deus quer que tenhamos cuidado também da casa da gente. Mudou tudo, radicalmente!"


Padre: "Quando Nossa Senhora te mostrou no filme do passado a vida de mocinha, mostrou-te alguma cena no vestir que não achasse conveniente?"
Mensageira: "Mostrou! Era mais jovem, mocinha, então a gente vestia aquelas roupas quase peladas, saia na rua e todos ficavam mexendo. Então me sentia orgulhosa, pois queria ser cada vez mais sensual... Pecava e fazia os outros pecarem. A gente tem que se vestir com modéstia, para que as pessoas olhem e respeitem, não tenham pensamentos impuros. Até mesmo os homens têm de ter o jeito correto de se vestir, de conversar com as pessoas, porque hoje em dia tudo é maliciado."


Padre: "O modo de vestir apareceu no filme?"
Mensageira: "Padre! Se eu pudesse voltar atrás teria me coberto todinha. Eu fiquei morrendo de vergonha diante de Deus por causa daquilo. A gente vê o quanto é suja, imunda! É a mesma coisa que estar pelada na frente de sua mãe, do pai. Sabe, a gente está à vontade e chega uma visita e você vai lá quase nu para poder recebê-la... É assim que a gente se vê! Queremos cobrir tudo, mas não conseguimos e ficamos naquela situação constrangedora.

 

Vendo-se naquela situação, você não quer mais ver. Se pudesse ia lá jogar por cima um cobertor; alguma coisa, mas você tem de ficar ali se vendo. Agora deixei de usar muitas roupas. Na medida do possível vou modificando meu guarda-roupa. Às vezes a gente acha que não tem problema, é só uma alcinha que está assim! Não pode, porque hoje em dia o que mais tem é a vulgarização do corpo, principalmente da mulher. Homens também estão fazendo isto. Mas as mulheres são mais. Nunca se fez tanta cirurgia para consertar aqui, consertar ali. Para que?


Nossa Senhora pediu para ser modesta no vestir. Muitas pessoas vão à igreja de saia, mas estão pecando, porque é uma saia tão colada: Às vezes a saia está lá no joelho, lá em baixo! Mas é peça transparente. Não adianta colocar um pedaço de pano e grudar tudo no teu corpo. Muitas vezes eu disse à... "Nós temos que pegar essas pessoas que chegam lá, depois da Comunhão e dizer-lhes que não podem entrar na fila desse jeito. Nossa Senhora está pedindo para falar, nós temos que falar, porque o Padre não fala nada aqui. Vê aquelas pessoas cada vez com menos roupa, e não fala.


A ..., que é ministra da Eucaristia, foi comentar com uma pessoa da igreja, a qual estava indo comungar com as costas muito de fora, com uma roupa muito curta. A ... foi perguntar ao Padre se achava certo as pessoas receberem o Corpo de Cristo assim, quase sem roupa. Sabe o que ele respondeu a ela? "O que tem você com a vida dessa pessoa? Você está vindo aqui para reparar a roupa dela ou fazer tuas orações?" Ainda deu bronca nela: "Você não tem nada a ver com elas. Elas venham como quiserem! "O Padre disse que as orações da ... não valiam nada, porque vinha à igreja só para reparar nas pessoas mal vestidas..."

Hoje eu sei me vestir. Tenho a preocupação de ver se não está transparente, se não está fazendo os outros irem além da imaginação, se eu posso ir na igreja com aquela roupa. Estou me vestindo em casa de modo que em qualquer hora poderia entrar numa igreja. Muitas vezes a gente está a passeio, muito à vontade e não pode entrar numa igreja. Vestir sempre com modéstia, como se estivesse na casa de Deus. Até a ... não gosta de short muito curto. Eu dizia: "Ah!, você é criança!" E ela: "Não, mãe, eu não coloco!" Ela veste só se fica abaixo do joelho. Hoje em dia as crianças ficam muito vulgarizadas, porque estão querendo seguir os padrões que a TV, e o comércio lhes ficam empurrando...

 


Observação do Padre: A presença de Nossa Senhora no aviso ou julgamento já foi predita pela vidente Madalena Porsat, de Lyon, França. O Padre Laverdant, no seu livro: "Profecia de Madalena, A vinda de Maria," Davesne, Paris, 1972, narra: "Madalena, tendo-se confessado e comungado, permaneceu longo tempo em meditação na igreja deserta. A certa altura, seus ouvidos e seu coração ouviram uma voz que lhe dizia suavemente: "Levanta-te, minha filha; vai anunciar a meu povo que está próximo o fim dos tempos... Não é um acontecimento ordinário; é uma grande época que vai se inaugurar, a terceira."


Depois do Pai que nos criou para conhecê-lo, amá-lo e servi-lo; depois do Filho que nos salvou, eis que o Pai e o Filho, para nos consolarem, nos enviam seu Espírito triunfante com sua Esposa, Maria!


É um grande milagre. Maria vem do céu. Ela vem com uma legião de anjos... Maria chega! Ela se dirige a cada um; e a cada um Ela abre o livro da sua consciência. (Aqui Madalena junta suas mãos como um livro aberto com as palmas das mãos abertas e voltadas não para o público mas bem na frente do seu rosto) e diz: Deus fará esta primeira abertura de consciência a cada alma, por meio da atuação cuidadosa de Maria, terna Mãe! Este será um exame misterioso, sem ferimento do amor próprio entre a Mãe e seus filhos. É o confessionário de Maria...


Mas quanta confusão! Que horror de si mesmo! Que remorsos! Que dor quando cada um, na presença da pureza resplandecente de Maria, verá em seu próprio espelho sua própria podridão!


E quantas lágrimas de penitência serão necessárias para lavar tudo isso! Pobre satanás! Ele acreditava ter amarrado a todos contra Deus, mas não amarrou de jeito nenhum a Maria. Ela esmagará sua cabeça sob o calcanhar de seus pés.
Maria virá colher os eleitos da terra. Quanto às pessoas más, um grande acontecimento as apavorará para o bem delas. Depois disto, Maria transformará toda a sociedade em boas espigas. Tudo se tornará bom...


Eis que Ela vem, a nossa Mãe! Que a Igreja prepare tudo para a vinda gloriosa de Maria. A hora não está longe. Maria vem para abrir passagem a seu Filho na Igreja triunfante. Eis a Imaculada Conceição do Reino de Deus, que precede a vinda de Jesus Cristo."

"Depois dessas palavras, soprou sobre eles, dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; aqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos."(Jo. 20, 22-23)

Colaboração de João Batista Klein, Porto Alegre-RS, em 29.04.2004
E-mail: batistaklein@terra.com.br


Site: www.portalanjo.com

 


 
 
 

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