COMUNIDADES DE VIDA E ORAÇÃO - Vigiai, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor (Mateus 24,42)
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05/10/2012
TEOLOGIA DOS INFERNOS
Testemunho
 
As vezes, geralmente de forma inconsciente ou irresponsável, cultuamos tantos coisas na nossa vida que não nos trazem benefício algum. Não raras vezes, na verdade, tais culturas são modismos deste mundo podre e pagão em que vivemos, mas que moldam a nossa vida diária, quer na trabalho, na sociedade, na Igreja, etc... Num dado momento em que somos alertados sobre a verdade, parece, como Paulo, quando as escamas lhe caíram dos olhos, que ficamos pasmos de ter “assumido” aquele conduta, aquela opinião, aquele pensamento totalmente equivocado que vai totalmente contrário ao nosso pensar verdadeiro e autêntico.

Parece que naquele período em que adoramos aquele ídolo de papel, na qual, por vezes brigamos até com nossos familiares, amigos, colegas e irmãos na fé, fomos entorpecidos, anestesiados, não enxergando um palmo a frente e, o que pior, passamos a achar que somos os donos da verdade e que aquilo em que acreditamos é uma verdade absoluta. Aí de quem nos contrariar.

Pois é, infelizmente comigo aconteceu tal fato em relação a tanta coisa, especialmente no campo político e no campo da espiritualidade. E um desses temas que hoje está no topo das polêmicas discussões na Igreja é a famigerada teologia da libertação. Quando relembro que alguns anos atrás eu lia tudo sobre tal tema, desde Puebla e São Domingos, passando é claro pelos Freis (?) Beto e Leonardo Boff e outros livros quetais, me dá uma sensação de ter perdido um tempo preciosíssimo da minha vida, que poderia ter utilizado em outras atividades religiosas mais produtivas. Mas, infelizmente o tempo não volta atrás.

Na verdade era um ativista socialista, ligado ao trabalhismo (que não tem nada ver com a teologia da libertação, com o socialismo e o comunismo). Sempre me identificava politicamente como um socialista (louco). Isto, evidentemente, só para causar impacto nas pessoas – quanta idiotice - quando, na verdade, eu era apenas um adepto fervoroso do trabalhismo (4º Princípio da Doutrina Social da Igreja), como sou ainda hoje, pois, a sã política deve ser uma dos atividades do cidadão nos destinos de seu país, estado ou município. No campo político, já tinha deixado ser católico, para ser um agente da TL.

Atingi o ápice da minha loucura, quando, em Boa Vista, capital do Estado de Roraima, há alguns anos atrás, me associei ao frei franciscano, doutor em Sociologia, Frei Cristóvão. Mais comumentemente conhecido como Frei Capeta (só pelo apelido já devem imaginar a figura). Nossa amizade e pensamento era de tal forma consistente, que, inclusive, escrevíamos a quatro mãos em jornal da cidade sobre temas evangélicos e, não raras vezes, com forte influência política e sociológica.

Éramos, à época, uma dupla imbatível, especialmente contra os protestantes e os políticos da direita. Essa intimidade chegou ao ponto do Frei Capeta, quase que diariamente, tomar banho e jantar na minha casa. Nos finais de semana, íamos para periferia. Eu ajudava na catequese e na celebração da Santa Missa. Era daquelas missas como ocorrem hoje em dia: herética, sem a Graça santificante e totalmente política, em que o Sagrado era banido dos altares.

Para completar minha formação ideológica “espiritual”, passei a freqüentar uma das famosas Comunidades Eclesiais de Base (CEB). Bem, foi assim que aprimorei a minha formação dita religiosa com tal frei. Pura perda de tempo. Loucura total como já disse anteriormente.

E assim foi o tempo todo, até que, graças a Deus, por via transversa, travei contato com a verdade, finalmente, através de sites católicos, como Recados.Aarão, Montfort e Portalanjo. E não pensem que a minha mudança radical de pensar e de vida ocorreu há muito tempo. Satanás custa a deixar as suas presas. Acredito que tão-somente há um ano esta idéia começou a ser varrida da minha mente.

Esta maldita Teologia da Libertação fez da minha vida um estrago muito grande, especialmente por ter perdido muito tempo me dedicando à politização da Igreja, quando, na verdade, deveria estar trabalhando na evangelização, na salvação de almas para Deus. Que é o que faço agora.

Resultado desta reaarrumação do meu pensar é que, diante deste descalabro que se encontra a Igreja nestes tempos presentes, onde prevalece a teologia da libertação e outras heresias, todas encampadas pela maioria do clero, perdido estou diante de tão inusitada situação.
Para onde vou agora? As Missas viraram um palanque político dos padres comunistas.

O único caminho foi me afastar de vez por todas destas missas. Graças a Deus, estou num grupo de estudos da Associação Cultural da Montfort aqui em Brasília-DF, onde temos a celebração da Santa Missa todos os fins de semana no rito tridentino (missa em latim e com canto gregoriano e, melhor de tudo, celebrado por um padre santo).

Tão-somente neste ambiente consegui, finalmente, me libertar desta infernal teologia da libertação que está levando a nossa Igreja a uma auto-demolição sem precedentes.

Hoje vejo, ainda, amigos que levei para Igreja com este mote da TL, que ajudei a incutir nas suas mentes da igreja política, mundana, social, que liberta o homem de suas agruras materiais deste mundo. E agora, como está sendo difícil desfazer o mal causado. Não há argumentos, por mais convincentes que sejam que mude estas pessoas de idéia. O que fui fazer, meu Deus?

Mas não desisto. Estou dando o exemplo de como deve ser o verdadeiro católico. Viver na piedade, amar a sua santa Igreja, seus sacramentos e fazer da Eucaristia diária um estilo de vida verdadeiramente cristão. Além disto, entupo-os de mensagens, livros, artigos sobre a verdadeira Igreja, que, por certo, não é esta que aí está, lamentavelmente.

Estes, meus irmãos, são os fatos da nociva influência que esta maldita teologia da libertação fez na minha vida e está ainda a ocasionar problemas, reflexos do meu pensar totalmente errôneo.

A luta que temos pela frente é grande ainda. Os obstáculos são imensos, haja vista que este povo que se diz católico, ignaro por excelência na doutrina católica, como temos observado nos grandes eventos da Igreja, não abandonará assim tão facilmente este vício pernicioso e letal dentro da Igreja, que é esta maldita teologia da libertação.

Portanto, atentos irmãos, estudemos com afinco a doutrina católica e os documentos da Igreja, especialmente os pontifícios, afim de que possamos instruir e demover os nossos irmãos que vivem nesta intolerável cartilha comunista da teologia da libertação. As..

NOTA:
Observem por este depoimento, muito bem escrito por sinal, o quanto de estrago esta coisa terrível tem causado à verdadeira Igreja. Depoimentos assim, corajosos, são muito importantes, porque vindos de pessoas que viveram o mal, passaram pela experiência e sentiram na pele seus efeitos. Isso os torna mais dignos de fé, do que se fôssemos nós a escrever um texto a este respeito.

É como já observei na caso da conversão dos pastores protestantes: quando acontece, eles vêem a verdade com olhos mais profundos do que aqueles que nunca sairam dela. É salutar o perfeito o exemplo deste leitor assíduo do nosso site, de retornar agora aos amigos que ele induziu ao erro, para que voltem do caminho ruim por onde se arrastam.

Sim, se arrastam, porque por esta Teologia, somente vão ao Céu aqueles que são levados de arrasto pelos outros. São tão apegados à terra, à aquilo que é passageiro, que somente se levados a viva força demandam ao eterno.

E quanto gente ainda se arrasta! E quantos pastores! Ai, meu Senhor, que Purgatório espera esta gente. Que tal ficar pastando num gramado, de quatro pés, durante 20 anos, exemplo do tempo em que um padre viveu esta teologia? Sim, quem quer terra, pasta! Disse São Miguel!



 
 
 

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