Cidadãos do Infinito




Anjos e Santos da Igreja
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16/11/2021
Anjos e Demônios
Os anjos não são um capítulo “curioso” da doutrina católica, interessante apenas aos desocupados. Eles são parte central da Providência, que pôs à nossa disposição os anjos bons, para não cairmos nas ciladas dos maus.


A existência dos anjos é uma verdade revelada. Nela crê o consenso dos fiéis como em outras doutrinas propostas pela Igreja. Nela se baseiam as disputas entre os teólogos sobre a natureza angélica. Dela dão testemunho os Santos Padres e dela nos garante a Sagrada Escritura, ao falar dos anjos como espíritos inferiores a Deus, mas superiores aos homens. Por isso dizia São Gregório Magno: “Que existam anjos e arcanjos, quase todas as páginas do Texto Sagrado o atestam”.

Mas por que estudá-los? Ainda que os anjos sejam parte da doutrina católica, que proveito pode haver em dedicar tempo a seres que não podemos ver nem tocar? Na verdade, conhecer os anjos é para o católico uma necessidade, talvez mais imperiosa nestes tempos do que em épocas passadas. De fato, vivemos num mundo mergulhado em confusões de todo tipo, no qual se vendem meias-verdades carregadas de ensinamentos estranhos, atraindo curiosos e desavisados para o mundo dos “anjos cabalísticos”, do espiritismo e de uma demonologia fast-food. A isso se somam as graves crises que têm perturbado a Igreja, sinal de que os poderes do inferno não têm poupado esforços para escandalizar os pequenos, dispersar os grandes e impugnar de todos os modos a pureza da fé.

Para fazer frente a esses problemas, devemos antes de tudo conhecer bem a doutrina, atendo-nos ao que sobre os anjos ensinam a Igreja e as fontes de Revelação, e não os livros da moda ou de seitas dissidentes. Afinal, quem não conhece a própria fé não sabe distingui-la dos erros contrários, e quem ignora o que são espíritos angélicos e como atuam entre nós, para o bem e para o mal, não sabe recorrer à ajuda dos anjos bons nem evitar a influência perversa dos maus. É para suprir as deficiências doutrinais de tantos católicos nesta matéria, expostos ao perigo quer de uma piedade pouco ortodoxa, quer de deixar “ocioso” o próprio anjo da guarda, que está pensado o curso Anjos e Demônios.




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